Susana Vieira e a GenZ se encontraram no GloboPop

Trope-se
Consultoria de Novas Gerações · 04 de novembro de 2026

Susana Vieira — Foto: Estevam Avelar/GloboPop
O celular não é uma televisão pequena
Quando uma produção é pensada para ser assistida na vertical, em trânsito ou entre uma coisa e outra, ela não está disputando atenção com a TV. Está ocupando um tempo que a TV não ocupa.
A “Escola Susana Vieira de Atuação”, primeira série original do GloboPop, entendeu isso. Doze episódios curtos. Comédia. Susana Vieira como uma professora excêntrica tentando transformar aspirantes em estrelas. A direção é de Caíto Mainier. O elenco mistura a atriz mais identificada com a dramaturgia brasileira com criadores de conteúdo do Grupo Errado, coletivo do Núcleo Digital de Humor dos Estúdios Globo. Rosi Campos e Pedro Bonvivant aparecem em participações especiais.
A Trope-se foi convidada a contribuir com a construção da plataforma. O trabalho está alinhado ao propósito da consultoria de ajudar marcas a conectarem suas estratégias aos hábitos e referências culturais da GenZ e da GenAlpha.
A escolha de Susana Vieira não é gesto simbólico. É estratégia. Ela está ocupando um território que o público dela ainda não tinha explorado, levando consigo quem a conhece há décadas.
O que a GenZ tem a ver com isso
Uma pesquisa da Trope-se com a Geração Z entre 17 e 30 anos identificou que 56% afirmam que as redes sociais influenciam a forma como a vida adulta é percebida. O dado fala de algo fundamental: como essa geração processa o mundo.
Para a GenZ, conteúdo não tem endereço fixo. Uma cena pode aparecer como meme antes de virar série. Um personagem pode ser descoberto por um trecho curto e levar alguém a assistir tudo que existe sobre ele. O caminho entre “descobriu” e “assistiu tudo” encurtou.
A geração não perdeu interesse em narrativas elaboradas ou em produções robustas. O que mudou é o ponto de entrada. Quando uma história encontra o momento certo na rotina de quem assiste, ela pode ir longe.
O que muda pra quem produz
A duração do episódio é só o começo. Uma produção vertical precisa pensar diferente desde o roteiro. Onde entra o gancho? Como a cena funciona sem som? O que acontece quando alguém assiste com interrupções?
A presença de criadores digitais no elenco não é só estética. Essas pessoas sabem o que funciona numa tela vertical. Segurar a atenção nos primeiros segundos. Criar identificação rápida. Encerrar um episódio curto de um jeito que o próximo pareça inevitável.
A combinação de dramaturgia clássica e cultura digital, de atriz consagrada e criadores nativos das redes sociais, produz algo que nenhum dos dois universos entregaria sozinho. Essa é a oportunidade real que o mercado audiovisual tem diante de si.
Formato novo, problema antigo
O avanço das produções verticais não é resposta à preguiça do público. É resposta à realidade do celular: ele está no banheiro, no metrô, na fila, na cama antes de dormir.
Marcas, plataformas e produtores que entendem isso antes dos outros ganham algo que não se compra: presença nos momentos em que o público está realmente disponível.

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Consultoria de Novas Gerações
A Trope-se é uma consultoria de novas gerações que ajuda marcas a rejuvenescerem suas estratégias de negócios, conectando-as com a GenZ e GenAlpha a partir de interpretações antropológicas. Fundada em 2021, a martech da creator economy tem como principal objetivo acelerar companhias que necessitam fazer parte da cultura da internet. Especializada em impulsionar o protagonismo dos nativos digitais, a Trope-se busca ser o braço das novas gerações das empresas.
